A era digital e a cultura dos negócios

A era digital e a cultura dos negócios

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Abrimos 2019 mostrando algumas tendências e hábitos de consumo que já se destacam no radar desse ano que acabou de começar – e você confere aqui. Mas, mais fundamental do que entender e se preparar para o que está por vir, é mudar o mindset de sua empresa e estar aberto a uma transformação digital holística. Sim, e isso vai muito além de implementar um CRM ou um Sac 2.0. Confira alguns desafios que essa mudança demanda.

O primeiro grande desafio pode ser crucial para a existência de uma empresa. Se negligenciado, pode ser inevitável fechar as portas e encerrar as atividades. Estamos falando da percepção de urgência. Estar preparado para transformações, acompanhar ofertas disponíveis no mercado e atendo a grandes oportunidades. A Kodak teve em suas mãos uma das primeiras câmeras digitais da história, mas não acreditou no potencial dela e logo declarou falência. A Blockbuster assistiu à ascensão da Netflix, nada fez e teve o mesmo destino da Kodak. Não deixe o conservadorismo ditar as regras do seu negócio, experimente! O desconforto gera resultados.

Outro ponto crucial é algo que já falamos por aqui: se tiver que errar, erre rápido. Um erro sem colher os frutos do aprendizado gerado é um erro imperdoável. Se tiver que errar, faça-o, intervenha, aprenda, melhore. Ouça a opinião do seu melhor público. A co-criação está com tudo e gera resultados excepcionais. Aproveite a repercussão de um lançamento para entender o consumidor e efetuar melhorias. Enquanto a concorrência corre atrás de você, você otimiza seus processos e melhora seu produto/serviço.

A dica aqui é uma estratégia adotada pela Alta desde 2017: seja horizontal. Uma estrutura hierárquica de cima para baixo, sem dar voz às pontas pode ser nada motivacional. Convide todos os envolvidos para participarem das tomadas de decisão. Quem se envolve se desenvolve, promova isso na sua equipe. Seja um líder, não um chefe a moda antiga. Busque trocar informações entre departamentos e ouvir pessoas de fora dos processos, elas podem contribuir com coisas simples, mas que passam despercebidas a olhos viciados na rotina.

Jamais aponte os erros focando em pessoas, foque nos processos. Os erros não são mais bichos de sete cabeças como antigamente. Errar pode enriquecer o processo, mas mostrar de quem foi a ideia que não surtiu o resultado esperado pode inibir novas participações corroborando para uma equipe desconfortável a novas ideias.

Pra encerrar essa virada de chave, nossa última sugestão é: experimente. Não se apegue a planejamentos anuais que muitas vezes se perdem. Seja claro, objetivo e trabalhe com hipóteses de curto prazo. Esse movimento permite rápido ajuste e direcionamento para as ações que tendem a trazer os melhores resultados.

Lembre-se, a transformação digital já começou há alguns anos. Se precisar de um parceiro estratégico, conte com a gente.

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Fonte: Texto baseado em publicação do Meio & Mensagem